Maturidade no Mercado de Fintechs no Brasil e na China

Nesta segunda (20) o Ibrawork sediou o evento “Maturidade no Mercado de Fintechs no Brasil e na China”, realizado em parceria com o CEDES, IBCJ e Ibrachina trazendo a força da articulação institucional na promoção de debates qualificados sobre inovação, regulação e o futuro do setor financeiro em perspectiva global.

Com foco na internacionalização do conhecimento, o encontro reuniu especialistas do Brasil e da China em um ambiente de diálogo qualificado, voltado à troca de experiências acadêmicas e tecnológicas. A iniciativa aproximou as agendas da prestigiada Fudan University, do CEDES e do IBCJ, estimulando a construção conjunta de conhecimento e a análise comparada sobre os avanços, desafios e perspectivas do setor de fintechs em diferentes contextos regulatórios.

A abertura do evento foi conduzida por Guilherme Hoppe, CTIO do Ibrawork. Na sequência, o painel “Uso de IA por fintechs chinesas” contou com os professores da Fudan University, Guangnan Ye e Meng Zhang, e mediação de Feng Bo, trazendo uma análise aprofundada sobre a aplicação da inteligência artificial no sistema financeiro chinês e seus impactos no desenvolvimento do setor.

Em seguida, o painel “Evolução da regulação e do mercado de fintechs brasileiras” contou com mediação de Thomas Law, presidente do IBCJ e vice-presidente do CEDES. Participaram o Prof. João Grandino Rodas, fundador e presidente do CEDES, Carlos Augusto de Oliveira, diretor executivo da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), e Jeferson Procópio, CEO da Quick Digital, que apresentaram diferentes perspectivas sobre os avanços regulatórios, os desafios do ambiente de negócios e as oportunidades para o fortalecimento do ecossistema brasileiro.

O evento consolidou um espaço qualificado de articulação internacional entre academia e mercado, fortalecendo o diálogo entre Brasil e China. A aproximação entre a universidade de Fudan, CEDES e IBCJ amplia a circulação de conhecimento, estimula a construção conjunta de soluções e reforça o papel das instituições na formação de um ambiente regulatório mais consistente, inovador e alinhado às dinâmicas globais do setor de fintechs.

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